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Kia Rio só vem em 2012 e com motor Flex.



Presidente da filial brasileira descarta vender hatch só com motor a gasolina


Editora Globo
Hatch deve chegar ao Brasil no início de 2012, ficando abaixo do Cerato; versão sedã não deve ser importada Durante o lançamento do Picanto, na última semana, o presidente da Kia Motors do Brasil, Luiz Gandini, deu indícios de que o hatch Rio só virá ao Brasil em 2012. De acordo com o site IG Carros, o executivo afirmou que só comercializará o modelo por aqui se o motor receber a tecnologia flex (notícia posteriormente confirmada por Autoesporte). Gandini chegou a afirmar que a engenharia da marca já trabalha no projeto.

Segundo Luiz Gandini, após realização de clínicas (pesquisas com potenciais clientes), foi detectado que o motor flex é determinante para o sucesso comercial de um veículo com preço na faixa de R$ 45 mil – justo onde o Rio será posicionado. A idéia é competir com os chamados hatchs premium, como Volkswagen Polo, Fiat Punto e Ford New Fiesta hatch – que chega ao país agora em setembro.

Editora Globo
Traseira do Rio é alta e tem lanternas com leds, mas iluminação só é oferecida nas versões mais caras
A nova geração do Kia Rio foi lançada em março, no Salão de Genebra (Suíça). O compacto tem versões hatch e sedã e há uma variedade grande de motores. Para o Brasil, o plano da montadora é adaptar o moderno bloco 1.4 16V a gasolina, com comando variável de válvulas e capaz de gerar 107 cavalos de potência e 13,8 kgfm de torque aos 4.200 giros – os valores devem crescer com o uso de etanol.

Para posicionar o Rio de forma competitiva entre os compactos premium, a Kia deve usar a mesma estratégia feita com o Picanto. Haverá opções de câmbio manual ou automático e uma lista de série atraente, com itens como direção elétrica progressiva, sensores de chuva, de luminosidade e de obstáculos traseiro, volante multifunção, ar-condicionado e sistema de som com Bluetooth e entradas USB e auxiliar, além de ABS e airbags frontais.



Editora Globo
Interior do Rio tem painel em duas cores e volante repleto de botões; teto solar deve ser oferecido no Brasil

Auto esporte flagra civic 2012.

Sedã roda em testes já com as mudanças visuais da nova geração


Sandro Adalberto Dziaduk
Para-choque dianteiro do sedã revela que farois ficaram mais longas; Espaço interno ficou maior

O lançamento da nova geração do Civic no Brasil está previsto para fevereiro de 2012. Antes disso, a Honda já terá apresentado a versão europeia do sedã no Salão de Frankfurt, em setembro. Enquanto a data não vem, unidades de testes do Civic 2012 circulam pelo país, devidamente camufladas para ocultar as principais mudanças.

Nos EUA, a nova geração já está á venda, e traz muitas das novidades que estarão no modelo nacional. Entre elas, está o maior espaço interno e o visual um pouco mais conservador, principalmente na traseira. Como dá para notar nas fotos feitas pelo leitor Sandro Adalberto Dziaduk em São Paulo, o recorte do para-choque dianteiro ficou mais marcado nas laterais, o que alongou os farois.

As mudanças serão principalmente estéticas. O Civic 2012 manterá o mesmo motor 1.8 16V e as transmissões manual e automática de cinco marchas. O preço deverá ficar na faixa dos R$ 70 mil. Nós já andamos no novo Civic nos EUA. Para saber como ele é, clique aqui.

Sandro Adalberto Dziaduk
Traseira lembra o desenho do City, mas conjunto de luzes é mais recortado



Hyundai Veloster já está à venda por R$ 63 mil


As encomendas já começaram, mas entregas acontecem apenas em agosto


  Divulgação
Hatch com jeitão esportivo tem tração dianteira e usa câmbio automático de seis marchas

O esportivo Veloster foi anunciado para o final do ano, mas as encomendas já começaram nas concessionárias da Hyundai. A entrega do carro tem previsões que variam de acordo com a loja e região, podendo acontecer de 30 de agosto à segunda quinzena de outubro. Os preços estão entre R$ 63 mil a R$ 66 mil para a versão sem teto solar e de R$ 66 mil a R$ 68 mil para a edição com o equipamento.

O carro de três portas (uma do lado esquerdo, para o motorista, e duas do lado direito) tem motor 1.6 a gasolina, de quatro cilindros em linha e 138 cavalos de potência. Entre os itens de série, estão seis airbags, bancos dianteiros elétricos revestidos em couro, vidros e travas elétricos, pedal em alumínio, ar-condicionado automático, rodas de liga leve 17’’, freio ABS, sensor de estacionamento, volante em couro e Bluetooth.

Auto esporte mostra o gol 2012.



Campeão de vendas terá pacote de mudanças para não entregar o topo do ranking para a Fiat


Projeção mostra como ficará o Gol a partir do início de 2012. Principal mudança ficará por conta da frente do mesmo estilo do Fox

Acossado pelo novo Uno (e em breve pelo novo Palio), o Gol vai mudar para estancar a tendência de queda. Sim, ele ainda é o campeão absoluto, por 24 anos seguidos, mas vendeu 3% a menos que em 2009, num ano em que as vendas no Brasil subiram 10,6%.
A Volkswagen prepara um pacote de novidades para seu carro-chefe, mas elas só vão ficar prontas no começo do ano que vem. Uma das providências será, enfim, a chegada da versão de duas portas, que sempre tem um público cativo, sobretudo entre grandes frotistas.

O preço será cerca de R$ 2 mil inferior ao do equivalente quatro portas, o que também atrai o público jovem, que não leva família no carro. Vale lembrar que o Uno terá em breve uma versão duas portas – o lançamento está atrasado em função da forte demanda pelo modelo quatro portas.

Mas a novidade mais importante será a primeira reestilização do Gol 5, aquela de “meio do caminho” entre uma geração e outra. Tivemos acesso a diversas peças do modelo, o que permitiu montar as projeções. O desenho dianteiro vai seguir a tal “coerência visual” da marca no mundo. Isso significa que o Gol ficará bem parecido com o Fox, notadamente na grade (com dois filetes) e nos faróis (mais retos e conectados à grade).

Também haverá diferenças externas de acabamento entre as versões básicas e as demais. As versões topo de linha terão filete cromado na tomada de ar do para-choque e nos nichos onde vão os faróis de neblina. Na traseira, as mudanças serão mais sutis em relação ao Gol atual. De qualquer forma, as lanternas terão configuração de luzes semelhantes às do Fox, e o para-choque será totalmente novo, agora com olhos de gato (sim, mais uma vez seguindo o que foi feito no Fox).


A traseira vai mudar pouco. Apenas as lanternas serão reestilizadas, assim como o para-choque.

Auto Esporte Mostra Civic 2012



Nona geração do sedã será lançada no Brasil em julho do próximo ano


João Kleber Amaral
Goste-se ou não do resultado, o novo Civic será assim. A Honda resolveu não ousar desta vez

Em setembro, Autoesporte publicou os primeiros flagras da nona geração do Honda Civic, na versão hatch. De lá para cá, foi a vez de o modelo três volumes ganhar as ruas (com menos camuflagem) e confirmar o que havíamos adiantado: as mudanças serão discretas. O novo Civic vai evoluir, mas sem revolucionar, como fez da última vez. Na frente, manterá boa parte da identidade atual. Já a traseira promete dar o que falar...


Com as imagens do sedã em mãos, ainda tivemos acesso a algumas peças da futura versão brasileira, o que nos permitiu refinar as projeções para algo muito próximo do resultado final. A grade, por exemplo, terá um pouco de City, mas com um filete cromado na parte superior. As lanternas também seguirão o conceito do irmão menor, embora com uma lente mais transparente (e com leds). As novas peças vão deixar de invadir a tampa do porta-malas. A placa continuará na tampa, com um friso cromado acima dela. A traseira mais alta servirá para ampliar o porta-malas, principal reclamação atual. Na frente, os faróis ficarão mais retilíneos e ganharão um vinco na área próxima à grade. O para-choque e a tomada de ar inferior terão novos desenhos.

João Kleber Amaral

Por dentro, o painel seguirá dividido em dois andares (veja o flagra): na parte de baixo o conta-giros terá grafismo mais tradicional, que lembra o do Accord. Já a porção superior ficará maior, para abrigar o computador de bordo, além do velocímetro e dos marcadores de combustível e temperatura do motor. A composição central do painel, onde estão os sistemas de som e ar-condicionado, passará a ser levemente voltada ao motorista, num estilo cockpit. O rádio traz comandos que parecem os do City, enquanto o volante vai lembrar muito o atual, com três raios.

Flagras do Civic nos EUA indicam que as principais mudanças estão na frente e na traseira. "Miolo" é parecido

Na parte mecânica, a Honda não vai mexer em time que está ganhando. A plataforma UH2 é uma evolução da UH1 atual. E a suspensão traseira independente (double wishbone) será mantida. Conforme dissemos em setembro, a Honda se esforça para nacionalizar a transmissão automática de cinco marchas, que continuará a ser usada na nova geração. O motor 1.8 16V i-VTEC de 140 cv também será mantido. Já a versão esportiva Si vai deixar de existir em nosso mercado, devido às baixas vendas. Portanto, quem quiser garantir um modelo atual, a hora é agora.

Embora ainda não tenha sido flagrado no Brasil, o novo Civic tem produção confirmada para a fábrica de Sumaré (SP) a partir de julho de 2011, com vendas logo em seguida.


Painel manterá os dois andares, mas a parte central ficará mais voltada para o motorista

Mitsubishi ASX chega a partir de R$ 81.990



Crossover começa a ser vendido como importado, mas será nacional em 2012


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Mitsubishi ASX

A Mitsubishi começa a vender o crossover ASX no mercado brasileiro, primeiramente como modelo importado, a partir de R$ 81.890, preço que pode subir até R$ 96.990 dependendo no nível de equipamentos incluídos. . A expectativa é vender 700 unidades por mês. E a marca aposta alto no modelo: a ideia é produzi-lo no país por volta de 2012. “Nossa intenção é fabricar cerca de mil carros por mês na unidade de Catalão (GO), provavelmente já com a tecnologia flex”, afirma Robert Rittscher, presidente da Mitsubishi no Brasil.

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Por ora, o ASX estará disponível em três versões: duas 4x2 (uma automática e outra manual) e uma 4x4 CVT AWD. Todas com motor 2.0 16V a gasolina com comando variável e injeção direta, que rende 160 cv. Na versão 4x4, topo de linha, o ASX virá com nove airbags: além do duplo frontal serão mais dois nas laterais, quatro de cortina e um de joelho (o único da categoria a ter esse tipo de proteção). As rodas serão de liga leve, aro 17.

Além de trazer o ASX, o Lancer Evolution e nacionalizar a produção do Pajero Dakar, a montadora quer fortalecer sua atuação no país com uma fábrica de motores, o que deve ocorrer até 2014, com a expansão da unidade de Catalão (GO). Isso seria possível graças ao investimento de R$ 800 milhões anunciado pela companhia em março. Também está prevista a importação do Lancer Sportback (o hatch do Lancer) em 2011. A fabricação do Lancer no Brasil faz parte dos planos da empresa, mas isso só deve se concretizar após a chegada do ASX nacional.

Não está descartada a vinda de carros populares, já que a Mitsubishi tem se dedicado a esse tipo de veículo na Ásia, e também aos elétricos, que se popularizam no Japão, Europa e EUA. Entretanto, ainda está em estudo a viabilidade desses modelos para o Brasil. Atualmente, a marca detém 1,3% do mercado brasileiro, mas a intenção é chegar a 2% em 2015.


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New Fiesta Hatch chega no 1º semestre de 2011


Modelo deverá custar a partir de R$ 48 mil com motor 1.6


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New Fiesta Hatch

A Ford ainda desconversa, mas a chegada do New Fiesta hatch está certa para o começo do próximo ano. Como o sedã, o modelo será importado do México apenas numa versão mais equipada, com motor Sigma 1.6 16V Flex. Trata-se do mesmo carro já à venda nos EUA, com direito aos sete airbags oferecidos pelo sedã. Preço estimado? Cerca de R$ 48 mil, um pouco abaixo do Focus, que ganhará equipamentos para se distanciar da novidade.

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Os modelos importados marcam apenas o primeiro passo do New Fiesta no Brasil. De acordo com os planos da Ford, o hatch e o sedã (projetos B252 e B299) serão produzidos em Camaçari (BA) a partir de janeiro de 2013, no lugar do modelo atual – incluindo versões mais baratas, possivelmente com um novo motor 1.0. Antes disso, em julho de 2012, começa a produção da nova geração do EcoSport (B226 NG), com motores 1.6 Sigma e 2.0 Duratec. O novo Eco usará a base do New Fiesta, e não mais a anterior.


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New Fiesta



Sedã foi lançado para o Brasil nesta terça-feira

Design e preço agradam, mas interior simples deixa a desejar.

A Ford quer ser global. Essa é a meta afirmada consecutivamente por executivos da companhia diante de jornalistas brasileiros nesta terça-feira (17), na apresentação oficial do New Fiesta.


O New Fiesta.
O New Fiesta

A preocupação revela que, mais do que criar produtos atrativos, a companhia precisa reduzir custos para se posicionar de maneira competitiva em qualquer mercado do mundo. O objetivo é ter um produto que, com pequenas adaptações, consiga corresponder exatamente ao que o consumidor queira em qualquer lugar do planeta.

Tabela de concorrentes do New Fiesta

O New Fiesta é o primeiro produto da companhia norte-americana com essa proposta. Lançado na Europa, Ásia e, neste ano, nos Estados Unidos, Brasil, Canadá, México, Brasil, Argentina, Chile e Colômbia, o modelo basicamente é o mesmo em todos os países. A versão nas Américas é fabricada no México e equipada com motor Sigma, feito na unidade brasileira de Taubaté (SP). O projeto foi basicamente desenvolvido nos Estados Unidos, mas teve ajuda da equipe de design e engenharia do centro tecnológico da Ford em Camaçari (BA).

O G1 conferiu o carro na pista de provas da companhia na sua sede, em Dearborn, nos Estados Unidos. A empresa liberou o veículo apenas para poucas voltas em um pequeno percurso. Mesmo assim, foi possível ter uma ideia do que foi modificado em relação ao acabamento da versão europeia, apresentada em 2008 durante o Salão de Paris, quando G1 adiantou que o carro poderia chegar ao Brasil.

New Fiesta
New Fiesta

Carro visa retomada da Ford
"O New Fiesta é um símbolo do atual momento de renovação da Ford no mundo", afirma o presidente da Ford do Brasil e Mercosul, Marcos de Oliveira. Ele ressalta que o carro foi projetado para ser um dos expoentes da retomada da Ford no mundo.

Além de todas as características iguais em qualquer New Fiesta, o que chega ao mercado brasileiro possui um apelo "global" a mais: o preço diante de seu principal concorrente, o Honda City. O modelo custa entre R$ 49,9 mil e R$ 54,9 mil (confira abaixo). Enquanto que o colega japonês sai por preços a partir de R$ 57.420. Assim, se posiciona em uma categoria acima do antigo Fiesta, que continuará a ser vendido no mercado brasileiro. Mas para isso, o acabamento do carro e os itens de conforto tiveram de ser alterados.

Especificações técnicas do dois modelos vendidos aqui têm pouca semelhança.
Especificações técnicas do dois modelos vendidos aqui têm pouca semelhança.

Mais simples para a América do Sul
Nitidamente, o modelo para a América do Sul é mais simples e com excesso de plástico em painel e portas. A maçaneta interna destoa do conjunto e traz a impressão de fragilidade. O carro também não vem equipado com o sistema de conectividade Sync, presente nos modelos vendidos nos Estados Unidos, mas conta com computador de bordo central e tela LCD.

A vantagem da Ford para poder determinar esse tipo de mudança é a de ter lançado o modelo bem depois de seu concorrente. Afinal, o Honda City vendido no Brasil também não tem um acabamento primoso ou um grande apoio tecnológico.

Ford New Fiesta
Na América do Sul, o interior ficou mais simples para reduzir os preços e 'apertar' a concorrência.

Por fora, o acabamento do carro é impecável e exatamente igual ao vendido nos outros mercados. A grade frontal, que funciona como assinatura da marca, é perfeitamente combinada às linhas da nova geração do modelo, que ganhou faróis alongados em forma de dardo. Segundo a equipe de design, o conjunto frontal foi desenvolvido para transmitir a sensação de velocidade, objetivo que foi atingido.

Já a parte traseira traz um conceito novo, para suavizar as linhas normalmente quadradas dos modelos sedãs. Para isso, os designers da Ford partiram para os traços mais esportivos dos cupês. Assim, dependendo do ângulo que se olha para o carro, tem-se a impressão de que se trata de um hatch.

Pessoas com mais de 1,75 m têm dificuldade para encontrar uma boa posição.
Pessoas com mais de 1,75 m têm dificuldade para
encontrar uma boa posição.

Lucro ao se tratar de apelo visual, mas prejuízo para os passageiros do banco traseiro. Tais traços limitaram o espaço interno. Pessoas com mais de 1,75 m terão dificuldade para encontrar uma posição confortável. No caso dos bancos da frente, isso não é um problema. O espaço é suficientemente bom para se posicionar de forma adequada os bancos e se sentir à vontade.

Motor 1.6 flex com câmbio manual
Se esperava a opção de câmbio automático no modelo ou a versão hatch, esqueça. Pelo menos por enquanto. De acordo com Marcos de Oliveira, a outra opção de transmissão será avaliada conforme se comportarem as vendas do modelo. Já a chegada da configuração hatch é tratada com mais mistério, o que leva a crer que a Ford irá esperar a resposta do consumidor antes de importar qualquer outra novidade. Mas isso pode acontecer no ano que vem, se as previsões iniciais de vendas de 12 mil unidades por ano se confirmarem.

Enquanto isso, o carro vem apenas na configuração 1.6 flex com câmbio manual. Embora o percurso tenha sido limitado, foi possível avaliar um pouco o desempenho do conjunto. As primeiras impressões mostraram que o motor Sigma, assim como no Focus, é uma excelente opção, com boas respostas nas acelerações e desempenho acima das expectativas para um motor 1.6 (no caso, foi avaliada a versão a gasolina vendida nos EUA).

Ford New Fiesta
Motor é o Sigma 1.6 Flex que estreou no Focus e é fabricado no Brasil.

De acordo com a Ford, o consumo da versão flex é de 11,9 km/l com gasolina e 8,3 km/l com etanol na cidade. Na estrada, faz 12,7 km/l com gasolina e 8,7 km/l com etanol. O que resulta em um consumo médio e 12,3 km/l com gasolina e 8,5 km/l com etanol.


O câmbio é bom, mas nada extraordinário. Como o trecho da pista de prova tinha bastante curva, foi possível sentir a estabilidade do carro. O New Fiesta gruda bem no chão em manobras mais fechadas e em altas velocidades. Visibilidade, ergonomia e dirigibilidade também são boas. É muito fácil achar a posição de dirigir e o volante elétrico garante um conforto a mais. Infelizmente, como não havia terrenos acidentados, não foi possível sentir a absorção de impactos da suspensão.

Diferenças entre as versões
Outro trunfo do New Fiesta são os itens de segurança, mas que só poderão ser usufruídos por quem pagar por eles. A versão de entrada, que custa R$ 49,9 mil, não possui airbag, mas vem equipada com ar-condicionado, direção elétrica, vidros, travas e espelhos elétricos, rodas de liga leve de 15 polegadas, CD-player MP3, com entrada auxiliar para conexão de dispositivos eletrônicos, computador de bordo e alarme perimétrico de série.

Ford New Fiesta
Itens de segurança também são destaques, mas só estão disponíveis nas versões mais caras.

Já a opção intermediária, de R$ 51.150, traz como diferencial duplo airbag frontal e freios ABS. Para fechar a lista, a topo de linha sai por R$ 54,9 mil e vem com freios ABS e sete airbags, bancos de couro, direção com acabamento metálico e descansa-braço das portas em vinil.

Preocupação com a imagem
O lançamento do carro na sede da empresa nos Estados Unidos mostra a grande preocupação que a companhia tem com a imagem da marca em um mundo pós-crise. Tanto é que mais se falou do New Fiesta do que propriamente se mostrou – a exemplo do curtíssimo e limitado test-drive. Isso porque, apesar do lucro registrado neste ano, a Ford sabe que precisa sustentar o crescimento, para não ter de passar novamente pelo turbulento período que viveu juntamente com outras montadoras norte-americanas. Tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, ela continua a enfrentar a concorrência das japonesas e da conterrânea General Motors.

Entre as próximas apostas globais previstas pela companhia está a nova geração do EcoSport. Sucesso de vendas no Brasil, ele será substituído por um modelo inteiramente novo, cujo projeto começa em Camaçari. O carro deverá ser lançado em 2014.

Novo Aveo será feito no México em 2012

O antigo modelo do Aveo é o nosso Agile, pena a GM brasileira não acompranhar o novo projeto.

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Chevrolet Aveo RS servirá de base para a segunda geração do modelo que será feito no México em 2012

A GM anuncia que vai fabricar a nova geração do Aveo no México e para isso investirá US$ 500 milhões na fábrica de Ramos Arizpe. O novo modelo será feito a partir do protótipo RS apresentado no Salão de Detroit (EUA), em janeiro e sua chegada está marcada para 2012 em todo o território americano, o que inclui a Argentina e, talvez, o Brasil.

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Interior segue o estilo do Spark e do Cruze, dois modelos que fazem parte da nova linha da GM no mundo

Como de praxe, a versão definitiva não deverá ter os exageros do protótipo, que conta com apelo esportivo notado por detalhes como as enormes rodas montadas em pneus de perfil baixo e as lanternas personalizadas. Por dentro, existe muito do modelo médio Cruze. E no conjunto mecânico as opções de motor deverão ficar por conta do novo 1.4 turbo de 138 cavalos e do 1.6 aspirado de 103 cv que já equipa o Aveo atual.


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Lanternas esportivas e dupla saída de escape central são detalhes da versão conceitual que não deverão estar na definitiva

Fiat Lança novo Idea

Opção de entrada é a Atractive 1.4, por R$ 43.590.
Versão top de linha, Adventure sai por R$ 56.900.

A Fiat lançou na noite desta quinta-feira (29) o novo Fiat Idea. Além de uma boa renovação estética, o carro ganhou a nova linha de motores EtorQ, nas verões 1.6 e 1.8. A opção de entrada é a Atractive 1.4 (com o mesmo motor da antiga ELX), por R$ 43.590.

Com o novo motor, a versão Essence 1.6 16 válvulas, sai por R$ 45.610, já a opção com câmbio Dual Logic (automatizado) sai por R$ 47.720. A opção Sporting 1.8 será vendida por R$ 54.280. Já a opção Dual Logic sai por R$ 56.290.

Idea Sporting
Idea Sporting

A versão top de linha é a Adventure, que leva junto acabamento “aventureiro”. O modelo sai por R$ 56.900, e a opção com câmbio Dual Logic por R$ 56.010.

Embora o grande lançamento seja a nova linha de motores, o que chamará a atenção do consumidor é a transformação estética. A minivan Idea tem linhas mais arredondadas, frente mais elevada, traseira com luzes em LED e retrovisores externos com sinalizador em LED.

No interior, o carro ganhou novos bancos e um acabamento mais aprimorado. A mudança mostra que a Fiat está mais preocupada com o novo perfil do consumidor brasileiro, cada vez mais exigente e cada vez mais com poder de compra.

Comparativo Entre Novo Uno e Novo Fiesta


Recém-lançados, hatches pequenos travam uma briga de calouros

Ivan Carneiro
Fiat Uno e Ford Fiesta: hatches pequenos que acabaram de chegar ao mercado e se enfrentam nas versões topo de linha

Está mais fácil escolher um hatch pequeno. Nos últimos anos, o consumidor brasileiro tem sido cada vez mais bem servido com novidades como o Uno e o Fiesta reestilizado que participam desse comparativo. Ambos contam com itens que não apareciam nem nos sonhos de quem pensava em escolher um modelo desse segmento há pouco tempo, como o desembaçador do para-brisa do Fiat e os instrumentos que varrem todo o mostrador antes de dar a partida do Ford. Mas ficou claro que o novo motor 1.4 Fire Evo poderia se entender melhor com o resto do conjunto do modelo da marca italiana, que sofreu nesse embate com o rival.

Pelo menos teoricamente, uma das tábuas de salvação do Uno 1.4 seria a relação custo-benefício. Seu preço de tabela, sem opcionais, é de R$ 31.600, ante R$ 34.590 do Fiesta 1.6. Com inclusão de ar-condicionado, direção hidráulica, além de vidros e travas elétricas, o Fiat passa a custar R$ 36.400 e o Ford chega a R$ 38.240. Acontece que, nas lojas, o Uno não tem desconto e o Fiesta completo pode ser encontrado por algo em torno de R$ 34 mil. Claro que o Ford recebeu apenas retoques visuais e está no mercado há mais de oito anos e o Fiat acabou de chegar, mas a diferença apertada de valores começa a pesar nessa briga.

Ivan Carneiro
Com motor 1.4, o Uno rende bem apenas numa faixa estreita de rotação, além de ter maior nível de vibração do que na versão 1.0

No dia a dia, a maior agilidade do Fiesta vem à tona, mesmo com relação peso-potência parecida com a do rival (10,2 kg/cv ante 10,5 kg/cv do Uno). Não apenas pela vantagem de 200 cm³ de cilindrada (1.6 litro ante 1.4 litro do Fiat), mas também pelo funcionamento bem mais suave e uniforme do motor Zetec RoCam. O Fire Evo do concorrente tem suas qualidades, mas rende bem apenas numa faixa muito estreita de rotação (entre 2.500 e 3.500 rpm), além de transmitir mais vibração do que deveria para o interior, prejudicando o conforto.

Com mais fôlego (106 cavalos e 15,3 kgfm de torque a 4.250 rpm, contra 88 cv e 12,5 kgfm a 3.500 rpm do Fiat), o Fiesta responde mais rápido nas ultrapassagens transmitindo segurança. No Uno, falta mais disposição a partir dos 3.500 rpm e abaixo dos 2.500 rpm. O Fiesta atinge 170 km/h e acelera de 0 a 100 km/h em 12,5 segundos, contra 172 km/h e 13,1 segundos do Uno, respectivamente.

Ivan Carneiro
Apesar de já ter completado oito anos no Brasil, o Fiesta 1.6 continua tendo no conjunto mecânico uma das principais qualidades

Além disso, o acerto de suspensão da Ford ainda continua sendo melhor nas curvas, levando em consideração que ambos os modelos estavam equipados com rodas de aro 14 polegadas e pneus 175/65R. Aliás, o Fiesta mostra mais precisão na maior parte dos componentes mecânicos, principalmente nos engates do câmbio e na resposta dos freios.

Entre prós e contras, o Ford sai com a vitória deixando claro que o Uno se entende melhor mesmo é com o motor 1.0, que tem preço vantajoso e desempenho satisfatório para um modelo popular de um litro de cilindrada, até mesmo pelo melhor consumo com etanol. Em média, o Fiat 1.0 faz 9,3 km/l na cidade e 12,2 km/l na estrada, contra 8,3 km/l e 11,7 km/l do 1.4, um pouco mais econômico que o Fiesta 1.6 (7,6 km/l e 10,4 km/l).

Ivan Carneiro
Show de design no Uno, que se identifica pelos "round squares" por todos os lados. Mas botões dos vidros no painel atrapalham

Você quer um hatch pequeno, mas espaçoso? Ok, nesse aspecto, temos um empate técnico. A capacidade do porta-malas do Ford é um pouco maior, conforme nossas medições: 255 litros, ante 238 litros do Uno. Na distância entreeixos, mais uma pequena vantagem para o Fiesta (2,45 metros ante 2,38 m do Uno). O equilíbrio continua no item ergonomia, com poucos deslizes nos dois.

No caso do Ford, uma falha é no botão do pisca alerta, instalado na coluna de direção, enquanto deveria estar no centro do painel, além da falta de regulagem de altura do volante. E no Uno, um problema é a difícil regulagem dos encostos do bancos dianteiros e, embora tenha sido uma boa ideia o desembaçador do para-brisa, seu botão fica mal localizado no lado esquerdo do painel.

Ivan Carneiro
Ambiente bem conhecido e simples do Fiesta teve muito poucas mudanças desde o lançamento em 2002, mas é eficaz

A Fiat caprichou no estilo do Uno, mas poderia ter combinado com um acabamento de melhor qualidade. Pelo menos na unidade que avaliamos, o nível de ruído interno foi prejudicado por peças mal encaixadas, a exemplo do espelho auxiliar convexo no teto. Nesse ponto, o Fiesta está um ponto na frente, com um ambiente ligeiramente mais simples, mas eficaz.

Ivan Carneiro
Ponteiros do Ford agora varrem os instrumentos antes da partida e a iluminação passou a ser permanente

Seus mostradores da linha 2011 ganharam iluminação permanente, indicador de revisão, novo grafismo e os ponteiros do marcador de combustível e da temperatura do líquido de arrefecimento são mais precisos que a escala digital do Uno. Mas incomoda no Ford a falta de comando “um toque” dos vidros elétricos, localizados nas portas, melhor do que no painel, como acontece com o Fiat, cujos botões são iguais aos do pequeno Cinquecento.

Não há como negar que a principal vantagem do Uno em relação ao Fiesta fica por conta do design mais moderno e funcional, mesmo considerando a reestilização do Fiesta, que ficou com gosto duvidoso pelas medidas desproporcionais dos faróis, meio termo entre o arrojado novo Fiesta europeu (que virá do México para o Brasil primeiro na versão sedã, a partir do fim do mês que vem) e o simplório Figo indiano.

Ivan Carneiro
Botões dos desembaçadores do Uno no lado esquerdo do painel desviam a atenção do motorista

No Fiat houve o cuidado de incluir várias partes com o chamado “round square”, algo como quadrado arredondado, o que deu uma identidade original ao carro. Essa identificação pode ser notada tanto por dentro quanto por fora em itens como bancos, painel, lanternas e até na própria silhueta da carroceria. Entretanto, como beleza não é tudo, o Fiesta levou a melhor dessa vez nessa briga de calouros.

Bugatti apresenta a edição limitada Veyron 16.4 Super Sport

Com modificações no motor, nova versão do modelo atinge 431 km/h.

Interior do superesportivo foi aprimorado com acabamento exclusivo.


Bugatti Veyron 16.4 Super Sport
Bugatti Veyron 16.4 Super Sport

A Bugatti revelou a nova edição limitada do modelo Veyron 16.4. O topo de linha da família foi batizado de Super Sport e chega mais poderoso. O motor 8.0 de 16 cilindros com quatro turbos foi atualizado pela fabricante para gerar, agora, 1.200 cv de potência — 200 cv a mais do que a versão lançada em 2005. Já o torque máximo subiu de 127,4 kgfm para 152,9 kgfm. Para ter ideia da força do modelo, o Audi R8 V10 tem 57,1 kgfm de torque.

Com isso, o superesportivo apresentou um novo recorde de velocidade em apresentação neste domingo (4): atingiu a máxima de 431 km/h. Por razões de segurança e, mais especificamente, para proteger os pneus, a velocidade máxima do modelo de produção será limitada a 415 km/h. A empresa não divulgou números de aceleração.

Bugatti Veyron 16.4 Super Sport
Bugatti Veyron 16.4 Super Sport

O carro traz outras mudanças como caixa de velocidade com sete velocidades, embreagem dupla e nova suspensão. Para reduzir o peso, o carro é feito em nova estrutura de fibra de carbono, o que inclui partes internas do carro.

Juntamente com a nova pintura em dois tons, preto e laranja, o Super Sport apresenta uma série de modificações exteriores que ajudam a distingui-lo do Veyron padrão. Elas incluem os dois dutos integrados no teto, novas entradas de ar frontais, compartimento do motor, para-choque traseiro com difusor duplo e um novo sistema de escape.

O interior do Super Sport também foi aprimorado com materiais de acabamento exclusivo e core e logotipos especiais. Segundo a Bugatti, mais detalhes sobre o Veyron 16,4 Super Sport serão divulgados quando a produção limitada fizer sua primeira aparição pública na Califórnia, no fim de agosto.

Bugatti Veyron 16.4 Super Sport
Bugatti Veyron 16.4 Super Sport tem estrutura em fibra de carbono
Bugatti Veyron 16.4 Super Sport

Fiat lança Punto 2011 com novos motores

Os preços do modelo repaginado vão de R$ 39.290 a R$ 64.670.

Motores flex E.torQ 1.6 16V e 1.8 16V chegam para completar a gama.


Novo Punto 2011
Novo Punto 2011 ganha novos motores

A Fiat não mexeu muito no visual do Punto, mas deu uma boa repaginada em toda parte mecânica. A linha 2011, lançada nesta quarta-feira (30), traz agora a opção do novo câmbio dualogic automático da marca e a nova linha de motores flex E.torQ 1.6 16V e 1.8 16V. Os preços do novo Punto vão de R$ 39.290 a R$ 64.670.

Com as novas opções, a gama do modelo conta com sete versões e quatro motorizações: Essence 1.6 16V, Essence 1.8 16V, Essence 1.8 16V Dualogic, Sporting 1.8 16V, Sporting 1.8 16V Dualogic. Além da versão de entrada, a Attractive 1.4, e a esportiva T-Jet, equipada com motor turbo 1.4 T-Jet.


Equipado com o E.torQ 1.6 16V flex, o modelo tem 117 cv de potência máxima a 5.500 giros e torque máximo de 16,8 kgfm a 4.500 rpm com etanol e 115 cv com torque de 16,2 kgfm quando alimentado com 100% gasolina. Já o E.torQ 1.8 16V chega aos 132 cv a 5.250 rpm e torque de 18,9 kgfm a 4.500 giros com etanol (130 cv com 18,4 kgfm quando abastecido com gasolina).

De acordo com a Fiat, a versão E.torQ 1.6 16V gera 13,55 kgfm, ou seja, 81% de sua força máxima a 1.500 giros, com etanol. Logo acima disso, em 2.500 giros, o E.torQ 1.6 16V já atinge 92% de sua força total. Esta característica também se faz presente no E.torQ 1.8 16V, nas versões Essence e Sporting. Logo acima dos 2.500 giros, o 1.8 16V apresenta 17,50 kgfm de força, que representa 93% do torque máximo com 100% de etanol, o que facilita arrancadas e ultrapassagens.

Novo Punto 2011
Novo Punto 2011

Para conseguir esses números, a fabricante precisou reduzir o peso de peças móveis do motor, visando alto torque, economia de combustível, redução do nível de ruídos e vibrações, suavidade de funcionamento, além de baixos níveis de emissão de poluentes.

A versão 1.6 16V do Fiat Punto atinge a velocidade máxima de 180 km/h (gasolina) e 182 km/h (etanol). Já com o motor 1.8 16V, chega à máxima de 189 km/h (gasolina) e 191 km/h (etanol).

Novo Punto 2011
Punto chega com novas opções de rodas

Mudanças no visual

As novas versões chegam com quadro de instrumentos iluminado por leds na cor branca, novos tecidos internos, novas rodas e calotas com desenhos exclusivos para cada uma. O sistema de rádio é integrado ao painel e possui rádio CD player com MP3/WMA e RDS, oferecendo ainda, como opcional, comandos do rádio no volante e conexão USB.

A versão de entrada do modelo, a Attractive, traz com itens de série computador de bordo com seis funções, direção hidráulica, alertas de limite de velocidade e manutenção programada, comando interno de abertura do porta-malas e da tampa de combustível, limpador/desembaçador do vidro traseiro, maçanetas externas, retrovisores e para-choques na cor do veículo, travas de portas elétricas e vidros dianteiros elétricos com função one touch e antiesmagamento, entre outros itens.

Novo Punto 2011
Interior da versão Attractive

Já a versão topo de linha, a T-Jet, equipada com motor turbinado 1.4 de 152 cv de potência a 5.500 rpm, traz de série, freio a disco nas quatro rodas, bancos esportivos, minissaias laterais na cor preta, ponteira de escapamento esportiva com saída dupla cromada, piloto automático, sensor de estacionamento, vidros elétricos traseiros com one touch e antiesmagamento, som Hi-Fi com subwoofer e rodas de liga leve aro 17”, entre outros.

Confira os preços de todas as versões:

Attractive 1.4: R$ 39.290
Essence 1.6 16V: R$ 44.190
Essence 1.8 16V: R$ 46.250
Essence 1.8 16V Dualogic: R$ 48.780
Sporting 1.8 16V: R$ 51.200
Sporting 1.8 16 V Dualogic: R$ 53.730
T-Jet: R$ 64.670

Nova Montana?

Veja aqui uma matéria da AE onde flagraram um novo carro da GM onde supostamente estão chamando de Nova Montana.

Espero que essa coisinha feia tenha outro nome como Mongile ou algo do tipo, pois me parece uma montana que foi batida e soldada uma frente nova de Agile.

Temos aqui no blog pra relembrar a Montala.

Confira a máteria

Nova geração da picape será lançada antes do Salão do Automóvel, em outubro


Tiago Gambini e Luiz Reis
Nova picape Montana fotografada por Tiago Gambini e Luiz Reis

A GM termina de fazer os ajustes finais para o lançamento da nova geração da picape Montana, antes do Salão do Automóvel, em São Paulo, que acontece entre os dias 28 de outubro e 7 de novembro. Prova disso está nas fotos dos leitores Tiago Gambini e Luiz Reis, as melhores que já foram feitas do carro até agora, o que permite conferir com exatidão alguns detalhes que ainda não haviam sido descobertos. Um deles fica por conta do ressalto na capota, que será uma das diferenças marcantes do carro.

Tiago Gambini e Luiz Reis

Outra novidade que pode ser vista pelas fotos é que a porta da caçamba é um pouco mais baixa que a altura das laterais, onde ficam os ganchos de apoio para amarração da carga. Além disso, entre outros detalhes visuais do carro que os disfarces tentam esconder são apoios para os pés, os chamados "step sides" instalados nas laterais. Afora esses itens, não há mais surpresas. A nova picape terá a mesma frente do Agile, modelo do qual herdará vários componentes, inclusive no interior. Mais detalhes sobre o carro você confere na edição de julho de Autoesporte que já está nas bancas com a projeção do novo utilitário.


Tiago Gambini e Luiz Reis

Acord USA 2011

Modelo ganhou novos para-choques, rodas e grade.

Motores não foram alterados, mas aerodinâmica mudou.


Honda Accord 2011 coupé
Honda Accord 2011 Coupé

A Honda divulgou imagens da linha Accord 2011 para o mercado norte-americano. Tanto a versão coupé quanto a sedã ganhou novos para-choques, rodas e grade. O sedã recebeu ainda refletores na tampa do porta-malas.

No interior, o Coupé EX-L V6 tem agora volante com borboletas para troca de marchas e bancos elétricos com memória para duas posições. As outras versões do coupé e os sedãs EX e EX-L foram equipadas com novo sistema de áudio com entrada USB e câmera de ré integrada à tela do GPS.

Honda Accord 2011 Coupé
Honda Accord 2011 Coupé

Os motores não foram modificados — são os de quatro cilindros 2,4 litros de 180 e 192 cv e V6 3,5 litros de de 275 cv —, mas a fabricante japonesa afirma que a alteração da aerodinâmica proporcionará mais economia de combustível.

Honda Accord 2011 Sedan
Honda Accord 2011 Sedan

O lançamento do modelo nos Estados Unidos está previsto para agosto.

Honda Accord 2011 Sedan
Honda Accord 2011 Sedan

Honda Accord 2011 Sedan
Honda Accord 2011 Sedan
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