Mostrando postagens com marcador Nissam. Mostrar todas as postagens

Mostrando postagens com marcador Nissam. Mostrar todas as postagens

Nissan Livina enfrenta Fiat Idea




 Fabio Aro
Fiat Idea enfrenta o Nissan Livina: o debate fora da TV

A Nissan cansou de ser “boazinha”. Pegou todo o arrojo que falta ao departamento de design e aplicou no marketing. O resultado você deve ter visto na TV, antes de a propaganda ser retirada do ar pelo Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), por conta de um processo aberto pela Chevrolet. Se não viu, vamos fazer um remember. Na peça, a marca japonesa ironiza a concorrência, que cobra de seus “engenheiros” um motivo para não ter recebido os mesmos prêmios que a imprensa especializada deu à Livina. Apesar de os rivais não terem gostado, a Nissan afirma que o comercial teve aceitação positiva dos consumidores, com mais de 122 mil visualizações na internet em menos de uma semana.

A propaganda gerou boas discussões em nosso blog, e a maioria aprovou a ação do fabricante japonês. Particularmente, acredito que foi uma ótima forma de a Nissan chamar a atenção para um carro que, definitivamente, não chama a menor atenção. Ou seja, saldo positivo. A questão é que nesse meio tempo a Fiat não ficou só levando pedrada, mas também deu vida nova ao Idea, com visual remoçado e motores E.torQ. Será suficiente para desbancar o Livina?

 Fabio Aro
1- A lanterna de leds do Idea combina mais quando o carro não é vermelho. 2- No Livina, o desenho da lanterna segue o padrão conservador do carro.

Olhando de fora, o Idea larga na frente. Na teoria, apenas a dianteira mudou para valer, enquanto a traseira se resume à nova tampa e lanternas. Mas, na prática, quanta diferença! É curioso como o Idea passou a chamar atenção, ganhou elegância. E não é só design: os novos faróis de dupla parábola iluminam melhor, as lanternas de leds brilham mais forte (são vistas de longe pelos demais motoristas) e o retrovisor evoluiu duplamente. A peça cresceu, o que ampliou o campo de visão (ponto crítico do modelo antigo), e agora vem com repetidor de seta embutido.

Quanto ao Livina, bem, discreto é a melhor palavra para definir o monovolume. Como reconheceu até um ex-funcionário da marca, o design dos Nissan ainda não está à altura do conjunto dos carros. “A Nissan precisa de um Peter Scheryer”, disse ele sobre o designer que está revolucionando o visual dos modelos da Kia.

 Fabio Aro
1- Novo volante lembra o do Punto, com melhor apoio para os polegares. Problema do Idea está nos pedais deslocados à direita, e nas saídas de ar muito baixas. 2- Mais sedã: posição ao volante do Livina é mais baixa. Bancos são rasos e não ajustam em altura, assim como os cintos. Couro é de série na versão SL

O refinamento do Idea também se estendeu à parte mecânica, com a adoção dos motores E.torQ. Já havíamos testado (e aprovado) a versão Adventure 1.8 16V, faltava a Essence 1.6 16V. Por ser um carro de comandos leves – direção, câmbio e pedais –, o silêncio e a suavidade de funcionamento do E.torQ caíram como uma luva. Basta ver a diferença de ruído interno em relação ao rival, na tabela de testes. O desempenho é semelhante ao do Punto com o mesmo motor. É preciso acelerar um pouco mais nas saídas, e convém reduzir uma marcha antes de fazer uma manobra de mudança de pista ou ultrapassagem, pois falta força abaixo de 2.000 rpm. Acima disso, as respostas agradam. Na pista, o Idea de 117 cv e o Livina de 108 cv (com motor 1.6 16V emprestado da Renault) andaram lado a lado nas acelerações, com empate de 11,9 s no 0 a 100 km/h. Nas retomadas, o Nissan fez valer sua relação de marchas mais curta. Isso se traduz em agilidade na cidade, onde o Livina se mostra mais esperto, principalmente em baixas rotações. Na estrada, o Idea viaja mais “solto”.

Embora ambos compartilhem o estilo monovolume, eles diferem no estilo de condução. O Livina leva jeito de sedã, com centro de gravidade mais baixo, assim como a posição ao volante. O câmbio tem engates mais curtos que os do Fiat, enquanto a suspensão é um pouco mais firme. Ainda assim, ambos são confortáveis em ruas esburacadas e não assustam o pai de família numa condução sem excessos – ao exagerar, os dois balançam bastante a traseira nas curvas. A direção é sensível demais em velocidade, nos dois casos.

 Fabio Aro
1- Além de menor (315 litros aferidos), o porta-malas do Fiat têm mais reentrâncias. Nos dois, o piso não é nivelado à tampa. 2- O porta-malas do Livina leva 412 litros, ou uma mala grande a mais que o do Idea

 Fabio Aro
1- Nas portas, os comandos dos vidros elétricos ficam muito à frente no Idea. 2- Forração de couro nas portas faz estilo "sofá de vó", mas comandos dos vidros são bem posicionados no Livina

O Idea agrada a quem gosta de ver o trânsito de cima. Além de ter o ponto “H” elevado, ainda oferece ajuste de altura do banco. O problema do Fiat está mais embaixo, na posição dos pedais. Como eles são deslocados à direita, você fica meio torto para pisar na embreagem, ao passo que sua perna direita viaja encostada na parte central do painel. E as falhas de ergonomia não param por aí: os comandos dos vidros elétricos estão mal posicionados (os botões das janelas de trás ficam mais perto da mão do motorista que os da frente) e as saídas de ar são baixas como no Palio, modelo do qual o Idea deriva.

O Livina também não esconde que veio de família simples (a plataforma é do Logan). Falta ajuste de altura do banco e dos cintos, o terceiro encosto de cabeça atrás... O acabamento usa peças de plástico barato, as borrachas de vedação são pintadas de cinza (parece carro chinês) e as colunas dianteiras trazem revestimento amarelado (parece carro velho). A economia levou ainda as forrações fonoabsorventes, sem falar nos vidros, que têm espessura reduzida. Como resultado, esse Nissan é bastante comunicativo. O barulho do motor invade a cabine sem cerimônia em altas rotações, além de ouvirmos outros ruídos vindos da parte mecânica. O Idea não é referência de acabamento, mas a cabine passa melhor impressão, com bancos mais confortáveis e “mimos” como espelhinho para vigiar o banco de trás, porta-trecos no teto e computador de bordo. No Livina, o porta-mapas das portas é estreito até para pôr a mão.

Em termos de espaço, o Nissan não reverte seu maior porte em conforto para quem viaja no banco de trás. Pelo contrário, o Fiat trata melhor os passageiros por ter o assoalho traseiro praticamente plano e o teto mais alto. Porém, quando o assunto é levar bagagem, o Livina abre boa margem: 412 litros contra 315 l, ambos aferidos. É como deixar uma mala grande de fora do Idea, sem contar que o porta-malas do Nissan tem menos reentrâncias que o do Fiat.

Fabio Aro
1- No Idea, o quinto ocupante desfruta de assoalho plano e encosto de cabeça. 2- Apesar do bom espaço do Livina, o túnel no centro atrapalha a vida do passageiro do meio no banco de trás.

Se até aqui o debate está acirrado, vamos deixar a decisão por conta dos custos. E novamente a coisa parece caminhar para um empate: o Idea Essence parte de R$ 45.610 e o Livina começa em R$ 45.990. Só que o Fiat não vem nem com ar-condicionado, enquanto o Nissan traz ar e direção elétrica (hidráulica no rival).

Considerando o Livina SL usado no teste, temos um carro de R$ 50.990 que vem de série com ar, duplo airbag, freios ABS, bancos de couro, rodas de liga, faróis de neblina e CD player. Para que o Idea fique no mesmo nível de equipamentos, o preço salta para R$ 56.517, uma diferença que nem o seguro mais barato do Fiat é capaz de compensar. Consumo? Na média entre cidade e estrada, deu Livina. Para completar, a Nissan oferece três anos de garantia, contra um do concorrente. No fim, o debate da TV confirmou o que acontece na realidade.

Moral da História

O Idea tem mais condições de fisgar o consumidor pelo lado emocional. É um carro mais bonito, bem-acabado e que pode ter luxos como sensores de chuva, iluminação e de estacionamento, além do teto solar panorâmico. Mas cobra um extra por isso. A versão de entrada não vem com ar-condicionado, e o acréscimo do opcional abre boa distância para o valor do Livina, que já traz o item de série. Fora isso, o modelo da marca japonesa oferece três anos de garantia, contra um da empresa italiana. O Livina pode ser um carro despojado, mas num comparativo tão apertado como esse, o fator bolso foi decisivo. Na ponta do lápis, o Nissan leva a melhor.

Siga @autoesporte no Twitter e confira todas as notícias do site, além de conteúdo exclusivo e interação com a nossa equipe!

 Fabio Aro

AVUS PERFORMANCE prepara Nissan GT-R






Novo Nissan GT-R Black Edition apresentado pela AVUS trás uma série de modificações esportiva.

Sua pintura preto fosco o deixou com um ar mais agressivo. Aliás agressividade ele tem de sobra, seu motor ganhou fôlego extra, passou dos 485 cv para 580 cv de potência.
Outros detalhes externos são as novas saídas de escapes, que ficaram maiores, novo difusor traseiro e rodas de 20 polegadas.

Nissam

Logótipo Nissan

A marca japonesa Nissan foi fundada em 1932 por Kenjiro Den, Rokuro Aoyama e Meitaro Takeuchi.

A história da Nissan remonta a 1914, altura em que a Kwaishinsha Motorcar Works lançou o primeiro automóvel DAT. Em 1918 a firma alteraria o seu nome para Kwaishinsha Motorcar Co., altura em que a empresa lançaria os primeiros camiões DAT, para fins militares. Em 1925 voltaria a alterar o seu nome para DAT Motorcar Co. e um ano mais tarde devido às fracas vendas dos seus camiões, começava uma longa série de fusões, entre elas a recém criada Nissan que viria a ter total controlo da DAT em 1933.

Em 1931 é lançado um novo automóvel, chamado Datson, mas em 1933 esse nome seria alterado para Datsun sob o domínio da Nissan.

Pela altura da II Guerra Mundial, a Nissan produzia motores, camiões e aviões para o exército japonês, o que levou a tornar-se numa das principais empresas japonesas.

Tendo como plano ter acesso a nova tecnologia e novos métodos de produção, a Nissan chegou a acordo com a Austin em 1952 para a produção dos seus automóveis. Com a experiência alcançada com a produção de automóveis Austin, a Nissan desenvolveu novos motores para os Datsun, os novos motores começaram a ser incorporados no Datsun 510 e mais tarde em 1970 no desportivo Datsun 240Z. Com as novas linhas e novos motores os automóveis Datsun alcançaram um bom volume de vendas.

Em 1966 a Nissan fundiu-se com a Prince Motor Company, passando a produzir sob seu nome o conhecido Nissan Skyline. Este modelo tornou-se num dos automóveis mais conhecidos de sempre da Nissan. Pela sua elevada potência e tracção traseira, tornou-se num dos automóveis preferidos de muitos pilotos de drifting.

Com a crise petrolífera de 1973, a Nissan aumentou as suas vendas nos Estados Unidos, em muito graças aos pequenos utilitários com caris desportivo.

Em 1986 é lançada a Nissan Navara, aquela que viria a tornar-se numa das pick up mais conhecidas do mercado.

Depois de alguns contratempos a Nissan começou a ter dificuldades financeiras o que a levou a fazer uma coligação com a Renault em 1999, passando a Renault a ter controlo de 36,8% da Nissan e por seu lado a Nissan a controlar 15% da Renault. Mais tarde, em 2002 a Renault aumentou o controlo para 44,4%. Com a nova liderança a Nissan passou de prejuízos para lucros enormes.

Em 2002 a Nissan e a Toyota fizeram um acordo para a produção de automóveis híbridos.

Em 2003 é lançado o desportivo Nissan 350Z que veio dar continuidade à linha de desportivos da marca.

Datsun 240Z
Nissan Skyline GT-R
Nissan Skyline GT-R
Nissan 350Z
Nissan Skyline GT-R
Real Time Web Analytics BlogBlogs.Com.Br