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Ferrari F430 Spider Anderson Germany





O projeto para o 16M Conversion Edition começa com a pintura Hyper Black, que é combinada com listras Scuderia em carbono e bordas amarelas. A fibra de carbono é utilizada em peças como difusor traseiro, espelhos, e tampas e caixas de ar do motor. Outros detalhes retirados do 16M incluem os para-choques dianteiro e traseiro, saias laterais e um ajuste do sistema de escape.

O exterior é finalizado com um novo conjunto de rodas de três peças aro 20" em preto brilhante com acabamento carbono e borda amarela, que combina com as listras Scuderia e também com a suspensão esportiva de amortecedores reguláveis em 3 níveis de ação. O interior tem menos alterações mas com o mesmo bom gosto, com a adição de acabamentos em carbono, couro e Alcântara e costuras diamante amarelas.

Mas uma das maiores modificações na F430 Spider é a potência extra conseguida a partir do motor 4.3 V8. Com a ajuda de otimização de software, novos catalisadores esportivos e sistema de escape, a 16M Conversion Edition agora rende 569 cavalos, ganho espetacular considerando o padrão de fábrica de 490CV.

Ferrari mais veloz do mundo atinge 443,21 km/h




Recordes de velocidade no deserto de Bonneville já viram rotineiros. Mas dessa vez resolveram ser um pouco diferente. Usaram uma réplica da carroceria da Ferrari 288 GTO, uma das mais cobiçadas nos anos 80, para esconder uma estrutura tubular com motor V8 GM sobrealimentado. Tudo para bater mais um recorde sobre o sal que cobre uma área de 412 km², no nordeste de Utah, nos Estados Unidos.

No final do dia, depois de toda a preparação da equipe que montou o carro, veio a recompensa: o esportivo atingiu 443,21 km/h, marca que ficou registrada como oficial. Trata-se de um recorde para a categoria do modelo em questão. No video abaixo você pode conferir o carro em ação e como tudo aconteceu antes do recorde ser batido.


Ferrari exibe nova 458 de corrida


Modelo GT vai substituir a 430 GT de competição e ainda está em desenvolvimento

  Divulgação
Ferrari 458 GT que vai participar da American Le Mans Series (ALMS), categoria dos Estados Unidos e Canadá

A mais nova versão de corrida da Ferrari 458 Italia é a GT, que entrará no lugar da 430 GT. Apesar de ainda estar em fase de desenvolvimento, a marca resolveu divulgar uma projeção feita pelo projetista Jon Sibal que mostra uma série de detalhes visuais da novidade, uma espécie de parente da 458 Challenge revelada recentemente.

O próprio Sibal descreve seu desenho salientando que ainda está para ser concluído e conta ainda com alguns detalhes vindos da 430 GT. “Entre outras diferenças, tornei as entradas de ar mais largas e incluí rodas e interior próprios para competição afim de deixar o projeto mais convincente”, disse ele. Assim que estiver pronta, a Ferrari 458 GT vai participar da categoria American Le Mans Series (ALMS), disputada nos Estados Unidos e no Canadá.

Auto Esporte Testa Ferrari 458 Italia

Pronto para acelerar a nova machinna de Maranello? Ela tem tecnologia de ponta e um V8 de 570 cv a 9.000 rpm!


Ferrari
Dona de um equilíbrio de dar inveja, a 458 ataca as curvas como poucos carros no mundo são capazes de fazer
O frentista abriu um sorriso de orelha a orelha quando viu a 458 Italia entrar no posto. Não sei exatamente se o cara ficou feliz de ver a mais nova Ferrari ao vivo ou se vislumbrava uma boa gorjeta do dono milionário – mal sabia que era apenas um jornalista brasiliano. Só sei que foi a primeira vez na minha vida em que abasteci um carro durante o test drive de lançamento. Sim, porque nesses eventos o tanque vem cheio e o trajeto geralmente é bem menor que a autonomia. Mas não estamos num lançamento comum, e eu nunca tinha gasto dinheiro em gasolina com tanto prazer.

O cenário é Maranello, a casa da Ferrari, e o combustível extra foi necessário porque torrei quase todo o tanque de 78 litros logo nas três primeiras horas acelerando a 458 pelas estradas estreitas dos Montes Apeninos. E olha que essa é uma das Ferraris mais comprometidas com consumo e emissões da história... Mas não há gasolina que chegue quando você tem uma oportunidade dessas. Autoesporte foi a única publicação brasileira por lá.

Ferrari
Mesmo ainda focada em desempenho, a 458 polui menos: 307 g de CO2/km, contra mais de 400 g da antiga F430
Giro a chave no contato e aperto o botão “Engine Start” no volante. O V8 desperta com um estouro, para depois cair na marcha lenta ronronando. Para fazer da 458 uma máquina mais feroz que a antecessora F430, a Ferrari elevou a cilindrada de 4.3 (motor F136E) para 4.5 litros (motor F136FB) e, como na California, adotou injeção direta de combustível. Entre outras novidades (como um intenso trabalho na redução de atrito), a que mais interessa: a potência subiu de 490 cv para 570 cv. E com o giro a 9.000 rpm!

Claro que não resisto à tentação de ver o ponteiro do conta-giros chegar até a linha vermelha e, logo na primeira esticada, a “patada” da 458 me faz destronar o Audi R8 V10 como carro mais rápido que já dirigi. Nenhum outro V8 aspirado (nem o V10 do R8) faz você ser jogado contra o banco como o dessa Ferrari. E não é para menos: a 3.500 rpm, a Italia já tem todo o torque da F430 – e chega a um pico de 55 kgfm a 6.000 rpm. A fábrica garante que os 100 km/h surgem antes de 3,4 segundos, com o controle de largada. É vero, acredite. O tempo de volta dela no circuito de Fiorano, a pista de testes da marca, é de 1 minuto e 25 segundos – o mesmo da Ferrari Enzo. E a máxima supera os 325 km/h!

Ferrari
Discos de carbono-cerâmica e ABS esportivo garantem frenagens em curto espaço. Rodas são aro 20
Na estradinha de mão dupla que pegamos não havia espaço para tanto, mas tinha algo até mais divertido: curvas, muitas curvas – abertas, travadas, inclinadas... Um teste perfeito para o comportamento do carro. E a 458 mostrou a que veio. O chassi tubular de alumínio é 15% mais rígido em torção que o da F430, enquanto as suspensões são novas (braços duplos na frente e multilink atrás). Barras estabilizadoras mais leves e amortecedores eletromagnéticos (com a função para pisos irregulares, onde ficam mais suaves) completam o pacote.

Resultado: o carro ataca as curvas de forma impressionante. Fizemos “cotovelos” de 20 km/h a quase 60 km/h, na maior naturalidade. E pode grudar as mãos no volante na posição “dez para as duas” mesmo nas curvas mais fechadas. Com uma relação de direção de 11,9:1 (contra 16,9:1 da F430 Scuderia), a 458 tem apenas duas voltas de volante entre os batentes – quase um kart. Para conter a fúria com que a Italia se aproxima das curvas, os freios vêm com discos de carbono-cerâmica. São apenas 32,5 metros de 100 km/h a 0, anuncia a marca. E nem sinal de fading durante nossas “alicatadas” no trajeto sinuoso.

Ferrari
Ferrari
Grande parte da competência dinâmica dessa Ferrari está no hardware, mas também há muita ajuda eletrônica. Agora, a ECU que controla o diferencial E-Diff3 é a mesma que cuida do controle de tração/estabilidade F1-Trac, melhorando a rapidez de resposta do conjunto. Aliás, é por causa dessa precisão do conjunto que a Ferrari não vai oferecer câmbio manual para a 458. “Fizemos uma versão manual de seis marchas da California, e ela é mais lenta, bebe mais e polui mais que a automatizada DCT. Não faz o mínimo sentido,” conta a diretora de comunicação, Joanne Marshall.

Depois de usar e abusar da transmissão DCT (dupla embreagem) de sete marchas, a gente entende exatamente o que Joanne quis dizer. Nossa estradinha pede trocas de marcha o tempo todo. É pé embaixo, marcha para cima com um toque na borboleta direita, freio, toque na borboleta esquerda para reduzir, tudo numa sequência alucinante – as trocas são mais rápidas que mudar o canal da TV no controle remoto. E dá-lhe retomada. Quando o V8 passa das 4.000 rpm, o ronco se transforma em algo próximo de um F1 – entendeu por que eu esticava até 9.000 rpm várias vezes? E tem mais: nas reduções, a “embaralhada” do motorzão é algo para gravar e deixar como toque do celular.

Para facilitar as trocas de marcha na coluna de direção, a Ferrari tirou todas as alavancas do caminho. Comando de setas, faróis, limpador de para-brisa, tudo agora fica no volante. A seta causa certa estranheza no começo, mas depois parece tão lógica (um botão para cada lado) que já acho que todo carro deveria ser assim. Fora isso, o interior prima pela qualidade de construção, com painel revestido de couro e bancos tipo concha que mantêm você (e o carona) bem presos. No quadro de instrumentos, apenas o conta-giros é analógico. O restante aparece em duas telas de LCD – na direita alternam o velocímetro (que, apesar de digital, imita um analógico) e o visor do GPS; na esquerda aparecem o nível de combustível, temperatura do motor, do óleo e hodômetro, alternando com a tela de setup do carro. Isso mesmo, se você for acelerar em um circuito, um computador controla a temperatura do motor, freios, transmissão... Ele pede que você faça um aquecimento (Warm-Up), depois se divirta à vontade (GO) e, quando tudo esquentar demais, manda você diminuir (Over). É como um game over, só que de verdade.

Ferrari
Curiosos rondam a Ferrari e frentista coloca 40 euros de gasolina. Gorjeta? Coitado, ele está esperando até agora...
A eletrônica também ajuda você a sentir-se o próprio Felipe Massa. Enquanto eu pisava fundo nas saídas de curva, via a luzinha do controle de tração piscar desesperadamente, deixando claro que eu estava despejando mais potência para as rodas do que elas conseguiam transmitir ao solo. Mas esse comportamento, digamos, civilizado era porque o botão do Manettino (que controla a resposta do carro) estava no modo Sport, que mantém os controles de estabilidade/tração em alerta. No máximo eu ouvia uma ou outra reclamação dos pneus dianteiros quando forçava a barra numa entrada de curva. No modo Race, que testei depois, aí são os pneus de trás que reclamam, e a 458 ameaça rabear. Os demais modos, CT (controle de tração desligado) e CST (controles de tração e estabilidade desligados), só devem ser acionados em pista fechada, por motivos óbvios. Há ainda um modo para pisos de baixa aderência.

Chego na sede da Ferrari faltando um minuto para o combinado. Eu poderia alegar que precisava passar a noite com a Italia para testar os faróis, mas acho que não colaria. Há uma longa lista de gente para dirigir esse carro, e também para comprar um – ele deverá responder por metade das cerca de 6 mil Ferraris produzidas por ano. A 458 começa ser entregue no Brasil no segundo semestre, pelo preço de R$ 1,5 milhão. Cifra um pouco abaixo do rival Lamborghini Gallardo Superleggera. Dos três jornalistas que dirigiram a 458 no mesmo dia que eu, todos haviam acelerado o Lambo. E a decisão foi unânime: a Ferrari é melhor. “Perto dela, o Gallardo parece um esportivo dos anos 90”, disse um deles. E o cara do posto nem sabia disso...



Ferrari
A Ferrari trocou as alavancas de seta, limpador e farol por botões no volante. Hastes do câmbio são fixas

Clássicos estão à venda no Museu de Automóveis do Príncipe de Mônaco

A 21ª edição de ‘As Grandes Marcas em Mônaco’ é realizada nesta sexta (30).

Ferraris, Porsches, Maseratis e outras marcas esperam por compradores.


Maserati 250F
Edição 1954-56 da Maserati 250F Tipo 1de 2,5l integra a coleção de clássicos à venda na 21ª edição do evento 'As grandes marcas em Mônaco', realizado no Museu de Automóveis do Príncipe de Mônaco, nesta sexta-feira (30).
Porsche Spyder 550RS
Visitante admira uma réplica de um Porsche Spyder 550RS de 1992.
Ferrari 250TR
Visitantes observam Ferrari 250TR de 1964.
Ferrari Inter Cabriolet
Ferrari Inter Cabriolet Tipo 166/195 também faz parte do acervo colocado à venda.
Ferraris
Outras Ferraris também estão à venda no tradicional evento realizado em Mônaco anualmente.

Ferrari 458 Italia chega ao Brasil a partir de R$ 1,5 milhão.

Substituta da F430 tem motor V8 de 4.5 litros e 570 cv.

País é o primeiro da América Latina a receber o modelo.



Ferrari 458 Italia
Brasil é o primeito da América Latina a receber o super esportivo

Apresentada em setembro 2009, no Salão de Frankfurt (Alemanha), a substituta da F430 chega ao Brasil por meio da importadora oficial da marca italiana, a Via Itália, localizada na Avenida Brasil, no Jardim América, São Paulo (SP).

O Brasil é o primeiro país da América Latina a receber o esportivo que estará à venda no segundo semestre do ano a partir de R$ 1,5 milhão. O carro pode chegar a R$ 1,6 milhão, dependendo do acabamento. Até o momento, 10 unidades já foram encomendadas e desembarcam no país chegam em junho. A estimativa da importadora oficial é de que até o final do ano sejam vendidas 20 unidades por aqui.

Ferrari 458 Italia
Ferrari 458 Italia foi desenhada pela Pininfarina

O nome 458 Italia é uma homenagem ao país de origem da Ferrari e ao tamanho do motor: 4,5 litros e 8 cilindros em “V”. A nova “macchina” italiana é mais potente que a F430, lançada em 2004. O propulsor de injeção direta e totalmente feito em alumínio gera 570 cavalos a 9.000 rpm e 540 Nm a 6.000 rpm.

Os números de desempenho permitem que o superesportivo acelere de 0 a 100 km/h em apenas 3,4 segundos e alcance a velocidade máxima de 325 km/h. Para frear a 100 km/h é preciso 32,5 metros até o carro parar completamente.

Ferrari 458 Italia
Ferrari 458 Italia substitui o modelo F430

A nova obra-prima da Ferrari conta ainda com transmissão de dupla embreagem e sete velocidades que permite troca de velocidades a cada 0,06 segundos. As relações de marchas e o peso de 1.380 kg contribuem para reduzir o consumo de combustível que, segundo a marca, é de 13,7 litros a cada 100 quilômetros.

Ferrari 458 Italia
Motor 4.5 com 8 cilindros em 'v'

A Ferrari 458 Italia foi desenhada pela Pininfarina e traz a carroceria com um desenho mais futurista que pode não agradar os fãs mais conservadores. Na cabine, as alavancas dos piscas laterais e do limpador de para-brisa deram lugar ao acionamento por meio de botões no volante, que traz ainda outros comandos como o do sistema de som.

O novo modelo da marca Italiana mira o Lamborghini Murciélago LP640 equipado com motor V12 6.5 de 640 cavalos e o Porsche 911 Turbo com propuslor V6 3.8 de 500 cv. Ambos os modelos fazem de 0 a 100 km/h em apenas 3,4 segundos, mesma marca da 458 Italia, e são aguardados para o Brasil este ano.

Ferrari 458 Italia

Ferrari rara pode bater recorde


Uma das 36 unidades da 250 GTO será leiloada. Preço pode superar US$ 30 milhões


  Divulgação
A Ferrari GTO que será leiloada já participou de várias competições

Uma das 36 unidades da Ferrari 250 GTO, produzidas entre 1962 e 1963, vai a leilão. Esse evento será importante, porque além de se tratar de uma raridade, a negociação será pública. Normalmente, quando uma 250 GTO muda de dono, as transações são mantidas em segredo.

Por isso, não se sabe muito sobre valores, mas especula-se que, há alguns anos, uma unidade foi vendida por 30 milhões de dólares. O chassi do carro que será leiloado é o 4.675 GT e ele já participou de várias competições, incluindo subidas de montanha, prova de longa duração e ralis.

O atual dono dessa Ferrari é Yoshilo Matsuda. De acordo com a RM Auctions, organizadora do leilão, o colecionador japonês adquiriu o modelo em 1996 e participou de um evento exclusivo para proprietários do GTO.

Ferrari

Ferrari não é apenas uma máquina, é um mito que encanta a todos, esteja onde estiver. É o objeto de desejo da maioria dos mortais que vivem neste planeta.

História
É impossível falar na criatura sem falar no seu grande criador, Comendador Enzo Ferrari. Nascido 18 de Fevereiro de 1898, na Itália, Enzo Ferrari queria ser cantor de ópera, crítico ou piloto de competição. Logo desistiu de ser cantor de ópera, por falta de voz e ouvido. Não tardou para ele abandonar a idéia de ser crítico, pois ele se iludiu, dizendo que sempre haveria mais de uma interpretação para o que ele falava.

Enzo serviu como voluntário na primeira guerra mundial, e tinha a missão de ferrar as mulas que carregavam os canhões. A guerra trouxe duas marcas para o italiano: duas cirurgias e uma enorme força de vontade de sobreviver. Em 1919 decidiu ser piloto e participou de uma prova (pela primeira vez) em Parma Bercetto, na qual obteve a quarta colocação (a prova foi vencida por Antonio Ascari, pai de Alberto Ascari, que futuramente iria morrer ao volante de uma Ferrari).

Em 1929, decidiu se tornar independente, criando a Scuderia Ferrari, primeira equipe de automobilismo independente das fábricas, mas vinculada a Alfa Romeo. Tempos depois a Alfa Romeo recomprou os carros preparados por Enzo, que já continham a alma Ferrari. A Alfa acabou contratando-o como diretor esportivo. Já em 1938 ajudou a formar a equipe oficial da Alfa Romeo, que foi uma das mais poderosas de sua época. Porém, o primeiro carro inteiramente construído por Enzo foi feito durante a segunda guerra mundial em pleno esforço de guerra, aonde ele foi defender a Itália. Ele foi impedido de dar seu nome à criação, em decorrência do contrato assinado com a Alfa Romeu, o carro foi chamado de Modelo 815, posteriormente foi entregue a Alberto Ascari, filho do falecido amigo de Enzo, Antonio Ascari. A fábrica da Ferrari foi destruída por três vezes durante a guerra, porém foi nesta época (1946) que foi desenvolvido o modelo Ferrari 125, sendo a primeira máquina a levar o nome Ferrari e ter como símbolo o “Cavallino Rampante”.

Em 1951 a Ferrari conseguiu sua primeira vitória na Fórmula 1, em Silverstone com José Froilán González. Em 1956 a vida de Enzo mudaria radicalmente. Juan Manuel Fangio havia conquistado o titulo mundial pilotando uma Ferrari, porém neste mesmo ano Dino, filho único (reconhecido) de Enzo morrera de distrofia muscular, com apenas 24 anos. Depois deste acontecimento Enzo nunca mais foi ver seus carros num grande prêmio. Enzo tinha outro filho, Piero Lardi, fruto de um romance secreto, que só foi reconhecido aos 42 anos.

Em 1961 foi o ano em que a Ferrari venceria o mundial de construtores pela primeira vez. Em 1969 a empresa enfrentava diversos problemas econômicos e se associou a FIAT, com 50% de suas ações, sendo assim a Ferrari não se tornaria uma marca vulgarizada. Lançada no começo da década de 80, a Ferrari Testarosa ficou muito famosa depois de ser usada no seriado Miami Vice. Foi a primeira Ferrari a ter ar-condicionado e bancos de couro.

Para comemorar os 40 anos da marca, a empresa decidiu construir o mais rápido carro do mundo, produzido em série para prazer da sua clientela, aquilo que os italianos apelidaram “um automóvel de corrida para estrada”. A Ferrari F-40 foi apresentada em 21 de Junho de 1987 na fábrica de Maranello. A F355 foi lançada na versão cupê em 1994 para substituir a 348. Essa Ferrari tem motor entre-eixos e a sua carroceria é toda confeccionada em alumínio e aço. Atualmente a F355 é oferecida em três modelos: Berlinetta, GTS ou Spider. A F-50 foi lançada em 1996 para comemorar os 50 anos de vida da marca, sua carroceria é confeccionada em fibra de carbono e kevlar, para que o carro fique mais leve e resistente, podendo chegar a 325 km/h. Sua produção tem tiragem limitada. O dia 14 de Agosto de 1988 foi um dia negro para Ferrari, aos 90 anos Enzo deixa o mundo e a Ferrari.

O Símbolo

O cavalo símbolo da Ferrari é chamado de Cavallino Rampante. Durante a Segunda Guerra Mundial Enzo admirava um piloto da aeronáutica italiana, Franceso Baracca, que usava este cavalo como amuleto de sorte em suas missões de guerra. Pouco tempo depois da guerra, quando Enzo preparava seu primeiro carro em 1923, recebeu dos pais de Baracca o amuleto, que foi usado como símbolo.

Curiosidade
• A marca vende em média apenas 4 mil unidades anualmente.

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